Terça-feira, Outubro 25, 2005

Você está tentando enganar a quem?






Incrível como muitas vezes estamos com um assunto em mente e pegamos um texto que diz exatamente o que queremos dizer. Não é coincidência não, também não há nada de sobrenatural. O que ocorre é que o ser humano embora seja absolutamente complexo, sofre das mesmas dores. Se você muitas vezes já se achou em muitos dos meus textos, isso não tem nada a ver com o destino - tem a ver com o fato do que dói em mim também dói em você. O que me faz feliz, também o faz. Minhas buscas, dúvidas, indecisões também são suas.

É por isso que Lya Luft, Martha Medeiros, Rosana Braga fazem sucesso - porque falam das dores de nossa alma e assim parecem falar diretamente pra gente. Esse texto que vou colocar hoje é da Rosana Braga. Havia lido quando chegou o email dela, e hoje a Tâmara me manda o mesmo texto dizendo que parecia que eu é que tinha escrito. Deve ser o estilo durão de Carine de dar broncas e chacoalhões em meus amigos, né DO? né Tâm? hehe... Sei que como falei sobre a tal idealização no post anterior ao das eleições, achei que esse aqui fechava bem o assunto numa linguagem (e braveza, rs) muito minhas...

De qualquer forma sexta-feira tenho texto novo. Beijos em todos e excelente semana,

CA

Você está tentando enganar a quem?!?
por Rosana Braga

Era a terceira vez que ela me ligava em menos de 10 dias. Até aí, poderia ser ótimo, já que gosto tanto dela... O problema é que ligava sempre aos prantos, extremamente ressentida por causa de certas atitudes que ele havia tomado pela enésima vez.

Cada vez se tornava mais difícil ouvi-la, especialmente porque não conseguia compreender o que a levava a se indignar com algo que me parecia tão repetente e até corriqueiro, de certa forma. Afinal, desde que ela me conta sobre ele e seu jeito de ser, sempre foi assim; nada mudou. Portanto, ela se surpreendia com o óbvio e previsível.

Como sei que esses "nós" que o coração dá de vez em quando são dolorosos de se desatar, tentava mostrar a ela o quanto ela estava insistindo numa relação que não prometia as tais mudanças que ela tanto desejava. Por mais que ela acredite que o ama, é nítido que, na verdade, ela o idealiza.

Ou seja, ela não ama este homem que se mostra a ela do jeito que é. Ela ama um outro, inventado por seus próprios desejos e anseios. Ela deseja se relacionar com uma outra alma e tenta modelar a dele porque tem medo de se dispor a buscar uma nova relação... Assim, já se passaram mais de 4 anos... e ela continua se maltratando por não conseguir transformá-lo no homem que ela gostaria que ele fosse. Ele é quem sempre foi (pelo menos com ela, ele é assim!) e parece que só ela não percebe.

Daí me lembrei de um trecho de um diálogo fantástico entre o rei e o principezinho, do clássico "O Pequeno Príncipe", de Saint Exupéry:

"- Se eu ordenasse ao meu general voar de uma flor a outra como borboleta, ou escrever uma tragédia, ou transformar-se em gaivota, e o general não executasse a ordem recebida, quem "ele ou eu" estaria errado?

- Vós, respondeu com firmeza o principezinho.

- Exato. É preciso exigir de cada um o que cada um pode dar, replicou o rei".


E fiquei me perguntando: a quem será que ela está tentando enganar? - A mim ou a ela mesma?! Sim, porque ninguém, absolutamente ninguém, fica numa situação em que não está ganhando nada. Nem que este "ganho" seja, antes, uma enorme perda.

Então, que seja o papel de abandonada ou o de boazinha; que seja o de mulher que ama sob qualquer condição, tentando obter o lugar de mártir... ou que seja a necessidade de conseguir a atenção das pessoas e, de quebra, não precisar trocar a tão conhecida dor pela possibilidade de experimentar uma nova tentativa de amor, o fato é que ela já deveria ter se dado conta de que só está nesta posição porque quer, porque escolhe, dia após dia, ligação após ligação, reclamação após reclamação, continuar exatamente como e onde está!

Fácil sair?!? De forma alguma! Mas humanamente possível e sobretudo admirável quem escolhe a vida, o amor e a coragem, reconhecendo que o outro é como decide ser e cada um de nós ficamos onde decidimos ficar. Continuar somando frustrações por conta das escolhas e atitudes do outro é imaturidade afetiva; cansativo para quem olha, irritante para quem ouve e sem graça para quem vive. É desperdício, triste e inaceitável desperdício de inteligência.

Por essas e outras, eu tomo aqui a minha decisão. Gosto dela e por isso a escuto. Já cansei de argumentar e abraço a verdade. Isto é: enquanto ela mesma não virar a página e não escolher, finalmente, a si mesma... vai continuar tentando se enganar. A mim, não engana mais.

Desejo, então, do fundo de minha alma, que ela resolva, dia desses, olhar para si mesma, diante do espelho, e dizer: "Menina, acordei! Tenho muita vida pela frente; chega de acreditar que o outro é a razão de minha existência. A partir de agora, compreendo que alguns desejos meus não são os mesmos desejos do outro. Ou eu fico e aceito como é; ou eu pego meu chapéu e parto em busca de meus sonhos"...

E que assim seja para todos aqueles que tiverem coragem de se perguntar a quem estão tentando enganar! Porque senão, meus queridos, a vida acaba e tudo realmente não terá passado de um grande engano!




Postado por Carine às 3:38 PM.

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Sexta-feira, Outubro 21, 2005

Por que meu voto é NULO?




Nunca anulei meu voto, sempre preguei que votar é a única forma de mudar o que está aí, de decidir meu futuro, mas honestamente nesse referendo, mudar o quê?

Mudar o direito de uma minoria comprar armas, num país onde a maioria vive com menos de R$400,00 por mês e é inviável dispor de R$3 mil reais em média pra adquirir uma arma?

Voto nulo porque acho isso tudo um desaforo. Uma afronta a minha inteligência. Um descaso com os interesses de uma maioria que clama por dignidade pra sobreviver e ficamos aí vendo atores e jovens colocando a cara na TV pra defender ou ir contra a comercialização de armas? De munição?

Voto nulo porque gastar R$210 milhões de reais é um desrespeito ao cidadão. Esse valor não foi empregado nem para levar remédio e comida a parte da população amazônica que nesse momento vêem seus bebês definhando com diarréia por desidratação.

Me desculpem os que inutilmente mandaram dezenas de emails para mudar meu voto, mas voto NULO nesse momento em respeito à minha inteligência. É meu modo de gritar que sou absolutamente contra esse plebicito e seus gastos astronômicos. É meu modo de dizer que quero plebicitos verdadeiramente úteis que discutam assuntos que mudarão a vida da maioria das pessoas. É minha maneira de dizer que não sou idiota e que isso para mim não foi uma cortina de fumaça para ocultar toda essa bandalheira que está acontecendo na Câmara, que eu não esqueci e não vou esquecer. É meu modo de pedir respeito.


Beijos

CA

PS: O Alexandre Inagaki do Pensar Enlouquece fez um texto perfeito sobre isso. Se interessar clique AQUI


Postado por Carine às 4:49 PM.

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Terça-feira, Outubro 18, 2005

Amor ou idealização?






Você jura que é amor. Suportou horrores em nome do tal amor - afinal só quem ama é que pode aguentar o gênio difícil do fulano, as desculpas esfarrapadas, o celular desligado, os sumiços, as falhas, mentiras... Enfim com certeza é amor.

O tempo passa, você ou toma um "pezão" ou realmente chega a conclusão de que não é pombo pra se contentar com as tais migalhas e dá fim aquilo, fecha definitivamente à porta entreaberta (que afinal conclui que por uma porta assim só pode passar meios sentimentos, meias felicidades, meias verdades e que na verdade você, sendo um ser inteiro, precisa de um relacionamento e de um sentimento inteiro). A vida vai seguindo seu curso e você começa a pensar, será que era amor???

Pode ser naquele momento em que você encontra um sentimento inteiro, pode num daqueles estalos em meio a uma madrugada de insônia, mas você começa a pensar se aquilo foi mesmo amor ou se foi pura idealização.

Muitas vezes confundimos às coisas, porque afinal estamos tão envolvidas com aquilo que mal percebemos com clareza o que sentimos. Nossa mente - criativa por demais - por vezes, pra fugir da dor, do real, cria. Criamos a imagem de que aquele ser (cheio de falhas, que talvez só esteja brincando com nosso sentimentos) é o homem de nossa vida. Idealizamos que aquele relacionamento (capenga) é o que sonhou pra sua vida. Que em algum momento tudo irá se transformar, aquele cara vai perceber que você é a mulher da vida dele, que serão felizes para sempre. Simples assim.

O que nesse caso amamos é a idéia do homem ideal, da relação ideal e não aquilo que realmente estamos vivendo, podem perceber a diferença? Da mesma forma que de repente nos decepcionamos com alguém ou alguma coisa. Isso acontece não porque a pessoa mudou, mas porque a verdade cai diante de nossos olhos que passam a enxergar sem os óculos cor-de-rosa de nossas idealizações - passam a ver a vida como ela é.

A parte boa disso é o aprendizado que se leva. Depois de cair à ficha de que temos que viver mais e nos iludir menos, começamos a dar valor pro que nos é real. Pra aquela pessoa que te ama de verdade e está ao teu lado mesmo nas crises de existência, pra aquele relacionamento que te trás alegrias mesmo não sendo um conto de fadas. Fuja de suas idealizações. A vida vai muito além do que nossos livros de Cinderela nos contaram. Às vezes o príncipe tá vestido de lobo-mau e a gente nem se dá conta!


Ufa! Enfim os Temas da Cá de volta não é? rs...

Beijão em vcs! Essa semana visito todos!!

CA





Postado por Carine às 4:07 PM.

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Terça-feira, Outubro 11, 2005

Mulher de 30 anos






Permita-me, leitora, vir a este proscênio, que é um lugar que, sei, não me pertence, afirmar de fronte alta: uma mulher é muito mais mulher aos 30 anos. Eis o que quero dizer: tome a mesma moça aos 20 anos e aos 30. No segundo momento ela será talvez umas sete ou oito vezes mais interessante, mais sedutora, mais irresistível do que no primeiro.

Ela perderá o frescor juvenil, é verdade. E o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si própria, de um homem. E talvez não possa mais sustentar o ar ingênuo, toda a sensual inocência de que finge ser feita quando é jovenzinha. Essas, entre outras, são de fato características sexy da mulher de 20 anos que se perdem pelo caminho. Só que elas são amplamente compensadas pelos atributos encantadores de que se reveste a mulher de 30.

Aos 30 anos, a mulher se conhece mais e é por isso muito mais autêntica, centrada, certeira - no trato consigo mesma e na relação com o seu homem. Aos 30, a mulher tem uma relação mais saudável com seu corpo. Tem orgulho da sua vagina, das suas carnes sinuosas, do seu cheiro cítrico e tépido e úmido. Não briga mais com nada disso. Tampouco briga com a tradição torta que gerou esses e outros tabus. Aos 30, na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está muito mais interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorar o que for feio e baixo astral e ser feliz o máximo que der. Se o seu homem não gostar dela do jeito que ela é, que vá procurar outro bigodudo para dançar no escurinho da sala de um flat ao som de George Michael. Uma mulher de 30 só quer quem a mereça.

Aos 30, ela sabe se vestir. Domina a arte de valorizar as partes do corpo que lhes são pontos fortes e de tornar discretas aquelas que não interessa tanto mostrar. Melhora muito a qualidade da sua escolha de sapatos e acessórios, tecidos e decotes, cores e combinações, maquiagem e corte de cabelos. A mulher de 30 só vai na boa. Gasta mais, porque tem mais dinheiro, mas, sobretudo, gasta melhor. Tem gestos mais delicados, posturas mais elegantes, é mais graciosa e temperada. O senso de propriedade e a noção de limites de uma mulher de 30 não têm termo de comparação com outra de 20. Aos 30 ela carrega um olhar muito mais matador - quando interessa matar. E que finge indiferença com muito mais competência - quando interessa repelir.

Aos 30, a mulher não é mais bobinha. (Com isso, é claro, contribui bem menos com a poluição sonora do mundo, com os torturantes decibéis que todos enfrentamos cotidianamente.) Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher se pudesse não vestia duas vezes a mesma roupa nem acordava dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas aos 30 ela já sabe lidar melhor com esse aspecto peculiar da sua condição feminina. E poupa - exceto quando não lhe interessa poupar - o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a transformavam, à sua revelia, tadinha dela e de quem estivesse por perto, em um autômato esquizofrênico, fora de controle e com aguçada propensão homicida.

Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 30, tem pintas. Encantadoras, perfumadas trilhas de pintas. Que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos. (Sim: aos 20 a mulher é escolhida. Aos 30, é ela quem escolhe. Aos 20, ela é comida por alguém. Aos 30, é ela que decide para quem dar. Etc.) Com 20 ela eventualmente veste calcinhas que não lhe favorecem. E as pendura no registro do chuveiro. Aos 30, usa lingeries escolhidas a dedo. Que, sempre surpreendentes e com altíssimo poder de fogo, o seu homem nunca sabe de onde saíram. Aos 20, ela pode ter o hálito cansado de quando em vez. Aos 30, jamais. É quando aprende a se perfumar na quantidade certa. E com a fragrância exata para a sua pele, para a temperatura do dia, para os tons da roupa que está usando. A mulher de 30, muito mais do que a de 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome.

Aos 30, ela é mais natural, mais elegante, mais sábia, mais serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Mesmo seus dentes parecem mais claros. Seus lábios, mais reluzentes. Sua saliva, mais potável. E o tom de sua pele, mais bem-acabado. O brilho de sua cútis aos 20 é só oleosidade, não apetece. Aos 30, é pura luminosidade e delícia. Aos 20, ela rói as unhas. E tem cutículas malcuidadas. Aos 30, constrói para si mãos plásticas, renascentistas, perfeitas. Desenvolve um toque macio e quente, que sabe ser a um só tempo firme e suave.

Ocorre o mesmo com seus pés. Aos 30, os pés de uma mulher atingem uma exatidão estética insuperável. São tão apetitosos quanto uma tenra espiga de milho verde com manteiga derretida por cima. Acontece alguma coisas nos seus cílios também. No desenho das sobrancelhas. No seu jeito de olhar. Fica tudo mais uterino, mais helênico, mais glamouroso, mais sexualmente arguto.

Aos 30, a mulher não faz mais experiências esdrúxulas. Quando ousa, no que quer que seja, costuma acertar em cheio. No jogo com os homens, já aprendeu a esgrimir no contra-ataque, construindo seus xeques-mates em silêncio. Quando dá o bote, é para liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra sua força na hora certa, de modo sutil. Não para exibir poder - mas exatamente para resolver tudo a seu favor antes de chegar ao ponto de precisar exibi-lo. Garante para si o que quer sem confrontos inúteis. E brinca com a sua pretensa fragilidade como uma ferramenta lúdica de prazer - seu e do seu homem. Sabiamente, goza de todas as prerrogativas da condição feminina sem ter que engolir nenhum sapo supostamente decorrente do fato de ser mulher.

Se você, leitora, anda preocupada porque não tem mais 20 anos - ou porque os têm mas já percebeu que eles não vão durar para sempre - fique tranqüila, deixe de bobagem, desencane. Saiba que é precisamente aos 30 que o jogo começa a ficar bom.


Texto de Adriano Silva

Queridões,

Acho que ano passado coloquei esse texto, mas coloco-o novamente! Meninas relaxem o melhor ainda está por vir. Eu sei do que estou falando... Fazer trinta é quase uma benção, rs....

Beijos e desculpem a falta de tempo para a atualização e visitas.

Bi, tks pelo texto!

CA


Postado por Carine às 4:26 PM.

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Quarta-feira, Outubro 05, 2005

Para Bi* com amor...






Fiquei aqui pensando no que eu, aos 24 anos gostaria de ganhar de aniversário e cheguei a conclusão que o melhor seria que lá atrás eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, tudo o que tive que aprender na dor.

Então fiquei pensando que o melhor que eu poderia te dar hoje são esses aprendizados para que você não tenha que passar os perrengues que passei na vida pra poder chegar a conclusões, atitudes e posturas tão óbvias, que parecem tolices, mas que fazem total diferença em meus dias...

Desejo ...

Que você tenha serenidade e tranquilidade para enxergar os problemas do tamanho que eles são. Sei que essa paz vem com a idade, mas se diante de uma situação difícil pararmos pra tomar fôlego e respirarmos, teremos uma visão muito mais ampla e não distorcida. A ansiedade normalmente amplia a dimensão do problema, criando outros tantos que nem existem. Sabendo o tamanho do monstro podemos analisar quais as armas que teremos que usar.

Que você sempre consiga diferenciar serenidade de falta de atitude. Sei que você é dessas guerreiras que sabe que o nosso caminho é a gente que faz, mas eu que também sou dessas, muitas vezes me vi totalmente sem atitude diante de situações complicadas (namorados e amores egoístas que me prendi só por comodismo ou medo vai saber, empregos degradantes que fiquei por medo de arriscar, amigos vampiros que mantive por não saber negar).

Que você olhe no espelho e veja a mulher linda e vibrante que é - sem focar às imperfeições. Fazer ginástica pra se sentir melhor é ótimo. Comprar um baton carésimo porque você merece e te deixará mais bonita tá valendo. Fazer luzes, escova, baby-liss ou qualquer coisa do tipo pra se sentir mais atraente vale também, mas só não vale sofrer porque seu corpo não é o mesmo da menina da capa da revista. Quem realmente importa nessa vida nos ama pelo que somos e não pelo número de calça que usamos. Inteligência, bom humor e alegria conquistam muito mais do que uma barriga malhada - e olha que eu sei muito bem do que estou falando!

Auto-estima, auto-confiança e amor próprio são coisas que não dá pra ensinar, mas dá pra praticar. Quanto mais se pratica mais se adiquire, vai por mim. Esses três mudam a vida da gente. Simplesmente nos faz sair do estado de pombo pro estado de mulher (já sabe que são só eles que vivem de migalhas não é? Então o negócio é dar um chega pra lá nesse tipo de gente que só tem isso a oferecer e lembrar do quanto nos amamos).

O amor da vida gente pode chegar quando menos esperamos, de onde nunca sonhamos, mas uma coisa pode apostar: quando dele mais precisamos. Sendo assim tudo é questão de tempo. Só toma cuidado pra não ser muito exigente, porque diferente dos filmes eles não chegam de cavalo branco vestidos de príncipe. Normalmente são pessoas diferentes do padrão que costumamos estabelecer na juventude, mas que se não dermos uma chance de conhecer, nunca descobriremos que ele pode ser o cara mais interessante que você já conheceu na vida. Mais uma vez eu sei o que eu estou falando, rs!

E por fim que você acima de tudo e de todos seja fiel a si mesmo, às suas convicções, aos seus sonhos e planos. Que não tema a mudança já que essa é necessária e benéfica - seja de atitudes, pensamentos ou ideais. Não se boicote por hoje preferir o azul, mas amanhã acordar amando o amarelo. Mudamos sim, graças a Deus. Mude, inove, mas não perca o foco. E sonhe, porque sonhar é o melhor antídodo anti-monotonia. Vibre nas conquistas, comemore. Divirta-se, dance, saia por vezes dos eixos. Diga que ama quando amar e diga não quando precisar!

A vida é cheia de problemas sim, mas é linda e a beleza está em nossos olhos. Atitude positiva sempre, alegria de viver e um belo sorriso no rosto. O mundo só terá o melhor a lhe devolver!


Amo você! Parabéns!

Beijos

CA

(viu, o texto desse ano não é pra chorar, é pra sorrir!!!)

*Bi : Gabriela, minha prima linda.


Postado por Carine às 4:26 PM.

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